PEDOFILIA NA IGREJA

Recomendo a leitura do artigo de Carlos Alberto Di Franco,  Igreja – informação versus campanha, sobre as manchetes jornalísticas ressaltando os casos de pedofilia na Igreja. O artigo questiona o porquê do empenho da mídia  em fazer crer que os principais protagonistas de abusos sexuais são padres, e em atribuir a causa dos crimes ao seu compromisso celibatário.

O jornalista procura analisar o assunto de maneira imparcial, a partir dos fatos. Di Franco cita Philip Jenkins, um especialista não católico de grande prestígio. Segundo Jenkins, mais de 90% dos padres católicos envolvidos com abusos sexuais são homossexuais, mostrando que o problema não foi ocasionado pelo celibato, mas por notável tolerância com o homossexualismo. Jenkins mostra ainda como os crimes foram amplificados com o objetivo de desacreditar a Igreja. A análise isenta dos números confirma essa percepção.

Tentou-se, recentemente, atingir o próprio papa. Como lembrou John Allen, conhecido vaticanista e autor do livro The Rise of Benedict XVI, em recente artigo no The New York Times, o papa fez da punição aos casos de abuso uma prioridade de seu pontificado. “Um de seus primeiros atos foi submeter à disciplina dois clérigos importantes contra os quais pesavam denúncias de abuso sexual há décadas, mas que tinham sido protegidos em níveis bastante altos. Ele também foi o primeiro papa da história que tratou abertamente da crise.” Bento XVI tem sido, de fato, firme e contundente.

Enfim, vale a pena ver o artigo na íntegra.

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